
georges Brassens - misogynie a part por bisonravi1987
* No prato: Georges Brassens, Misogynie à part, ao vivo, com um ataque de fou rire pelo meio
diz-se da zona que escapa ao campo de visão do condutor (retrovisores incluídos)


Acabo de abrir a página da amazon.de. Eis as sugestões que têm para mim (6 em 7):
Digamo-lo com diplomacia: uma vez mais, os alemães não se precipitaram. Mas é importante que também eles acabem por escrevê-lo.
Adenda: eis aqui uma boa aplicação das leis e das forças anti-terroristas: vigilância e perseguição de Ian Puddick por ter divulgado, através da internet, a ligação adúltera da sua mulher com um big shark de uma empresa seguradora. Custo para o contribuinte inglês: cerca de £ 1.000.000.

*No prato: Stan Ridgway & Steve Copeland, Don't box me in
As instituições deveriam ser como paisagens em movimento, e as pessoas que lhes vão dando vida os seus acidentes: no lugar onde está hoje um baixio pode romper amanhã um pico majestoso, ou, ao menos, um planalto que não comprometa.
*No prato: Georges Brassens à Bobino (1975?), Quand on est con (le temps ne fait rien à l'affaire)

*No prato, um favorito da altura: Van Morrison, Rave on John Donne


Por outro lado: talvez a indiferença perante as etiquetas que entretanto se instalou em mim corresponda já a uma certa compreensão da relação com Deus. Pouco ortodoxa, pouco católica.
* No prato: Dire Straits, Follow me home, extraordinária versão ao vivo (Rockpalast, 1979)